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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

38 semanas: vai, com jeito vai


Antes de tudo, um beijo no coração da Mari que, como ela mesma disse, enverga mas não quebra. Muita luz e muita calma nesse recomeço. Estamos contigo! <3 <3

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Escrevo este post diretamente das profundezas dos pródromos, entre uma contração de Braxton-Hicks e outra. De 3 semanas pra cá, essas danadinhas ganharam uma força que, se antes eu não as reconhecia, agora já sei na hora do que se trata. Para além da barriga dura parecendo um balão prestes a espocar, o meu corpo dita o ritmo da respiração que ele acha conveniente para o momento. Bizarríssimo, né? Sei que nem adianta, tenho que dar umas inspiradas fortes e esperar passar. Anteontem, como elas estavam muito seguidas, decidi marcar. Duração de 45 segundos a cada 10 minutos, mas depois se perderam no tempo e no espaço da irregularidade.

Se faz de forte montando móveis pra chorar de dor nas costas depois: Deus tá vendo


Hoje, com exatas 38 semanas, tem Lua Cheia e tem uma galera PIRANDO achando que Malu vai dar as caras. No meio desse povo, minha mãe, que não dorme mais desde que eu completei 35 semanas. Tenho até evitado ligar pra ela porque sempre atende o telefone meio chorando achando que sou eu diretamente da maternidade. Aí fica o papo:

- Mamãe, se acalme. Vá dormir. Olhe, eu estou calmíssima. Durmo horrores!
- Ô Naruna, vai dizer que tu não tá nervosa?
- Eu não. Tô ótima.
- Rum. Tá. Mas olha. Tô com o celular aqui do lado, do ladinho mesmo. Qualquer coisa, na hora que estiverem indo pra maternidade, me liguem IMEDIATAMENTE.

No último sábado, tive que ir lá mesmo pra ser monitorada, procedimento normal a partir das 37 semanas. Foi aí que conheci o bendito CTG, cardiotoco ou exame das cintas, para os íntimos. Consiste basicamente em amarrarem duas faixas na barriga, uma que mede os batimentos do bebê e a outra que verifica as contrações. Nisso, a enfermeira te dá um botãozinho pra você apertar sempre que o embutidinho mexer. Agora imaginem uma sala à meia luz com 4 grávidas amarradinhas do lado de umas máquinas estranhíssimas, 4 coraçõezitos batendo loucamente porque sim, aquilo era mesmo alto. Sei que dava pra ouvir também quando se apertava no botão e, de repente, aquilo parecia uma competição: que bebê mexe mais. Tinha uma mulher lá que era “ploc ploc” direto! A Malu, obviamente, me trollou e mexeu timidamente, como ela sempre faz em público. O certo é que depois do “videogame”, teve consulta e o que? O toque, exatamente. A médica foi gentil, perguntou se podia fazer. E eu: Faça, faça que eu quero saber a quantas anda esse colo. Resultado: 1cm de dilatação e colo afinando. “Muito bem. Seu colo já está preparadinho para o parto”. Claro que na atual conjuntura, podemos passar semaaaaanas com esse 1cm, mas fiquei saltitantezinha com a notícia que estamos indo no caminho certo.

Exame do cotonete, quem já ouviu falar? Nesse, coleta-se uma amostra do muco vaginal (com o cotonete, por isso o nome) para identificar a presença de uma bactéria marota chamada estreptococo B. É comum tê-la por ali na flora e ela não nos prejudica, mas pode causar infecções ao bebê. Por isso, aqui fazem a análise por volta das 35 semanas. Se o resultado der positivo, implica uma ida mais apressadinha pra maternidade, logo nos primeiros sinais de TP, para que se faça a medicação específica. Falaram sobre isso no curso e eu já tava #chatiada achando que tinha a tal bactéria. Qual não foi a minha surpresa ao saber que sou estreptococos free. AMÉM! Posso manter o meu plano de  ficar em casa o maior tempo possível no dia que a coisa engrenar.

Mala e sacola: semi ok
A minha preguiça...tive que dar um take it easy nela pra poder viver. Viver, leia-se, arrumar o que tava faltando. Finalmente cedi à pressão social e arrumei a famigerada ~~mala~~. A dela. A minha sacolinha está estrategicamente desmontada. Uma atividade pra me entreter quando as contrações de verdade derem as caras. Só fechei a da Malu logo porque envolvia uns apetrechos mais cheios de particularidades. Não me imagino contando contrações e procurando a roupa interior tamanho zero do fatinho verde esperança. Era demais.



Aos poucos, o cantinho dela vai ganhando uma cara. Habemus cômoda! Móvel de adulto, aliás, porque primeiro, os móveis de bebês são caríssimos e segundo, são pequenos. Quanto mais coisa couber em um móvel só, pra gente tá ótimo. Aproveitamento do espaço: trabalhamos. Daí que a cômoda tinha uma cara muito séria e eu já tinha decidido dar uma customizada. Programei comprar uns retalhos de tecido e não sei o que e mais aquilo e coiso. Nada. Junto com o móvel, compramos uma cortina nova pra sala. A bicha ficou grande. Sobrava ali mais de meio metro em cada lado. Cortei, fiz a bainha (mãe! Olha eu aqui cheia de habilidades manuais!) e ganhei retalhos! Resumindo, ficou assim:


Les cestinhos
Tá mais meiguinho do que eu pretendia, mas ok. Fiz o acabamento com fita adesiva, o que me permite tranquilamente tirar o tecido sem prejuízo do móvel e dar-lhe outra cara. Posso ir alternando os retalhos. Olha que tudo! Sobraram mais uns pedacinhos e eu “fiz arte”, como diz o José, com esses cestinhos que eu já tinha comprado pra lhe por produtos de higiene e afins. Olhando assim, tá campestre, tá brejeiro, tá Fazenda da Malu. Financeiramente falando, com 15 eurecas (aproximadamente 45 dilminhas) ganhamos uma cortina, decorei a cômoda e os cestinhos e ainda sobrou ~~ticido~~ pra mais qualquer coisa. Tô pensando, tô pensando....

Le alcofa
Na última das últimas, minha sogra arranjou-nos uma alcofa para os primeiros meses. Pra quê mais amor do que não precisar montar berço agora e ter o bebê do ladinho sem medo de sufocá-lo? Esquema de empréstimos melhor esquema. 

Eu ia falar de mais economias que fizemos em relação ao enxoval, mas vou deixar pro post seguinte. A pessoa some uma vida e depois quer tagarelar mares e oceanos. É puxado.

Falem-me de vocês, das vossas vidas.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

36 semanas e a preguiça


Sabe preguiça, minha gente? Mas assim preguiça, preguiça aos montes, até de comer? Esta sou eu chegando às 36 semanas, também conhecidas como início do 9º mês. Desde a última postagem, comecei e parei uns 12 posts. Este é precisamente o arquivo paraoblogdefinitivo13.docx tamanha a minha corági. Porééééém, eu e José-José e eu temos aproveitado as últimas férias dele com Malu guardada para morgar no sofá em frente à TV como se não houvesse amanhã resolver pendências. Tipo montar o cantinho da curiquinha (coisa que ainda não foi feita) e arrumar as ~~malas da maternidade~~ (coisa que também não foi). Ok, ok, estivemos nos curtindo e acho que isso também conta.

Saí de casa pra subir escada? É sério isso?

O José. Ai, o José. Merece um post à parte depois porque tenho que costurar bem as palavras pra falar desse homem que elegeu a minha produção de ocitocina como projeto de vida. E isso muito graças às aulas de preparação para o parto, hein! Você jura que ele tá lá assim meio away enquanto a enfermeira fala, mas tem guardado as coisas na cabeça com uma destreza impressionante. Como já disse, a prioridade aqui agora é ocitocina. Portanto, estou proibida de me enervar, estressar, ficar ansiosa e/ou chorar. Qualquer uma dessas situações é motivo pra ele soltar: “Olha lá. Tá produzindo adrenalina. Com adrenalina, não tem ocitocina. Sem ocitocina não tem trabalho de parto. E aí, como fica?” ou então “Amoooor, fica calma. Cadê a ocitocina? Sem ocitocina não tem leitinho!”. Como que fica estressada ouvindo uma coisa dessas? Como que não manda a adrenalina pro caralhaquatro? Também não pode ver uma loja de roupa íntima que é um tal de “Vê lá se não tem sutiã de amamentação”. Outro dia me fez achar uma calculadora específica online pra saber quantas fraldas, em média, o bebê usará por semana. 

- 49. Mais ou menos 49 é o que diz aqui.
- 49. QUÊ? CHIÇA!
- Cadê tua ideia das fraldas de pano agora?
- Ehe...realmente...haja água. Quando ela ficar maiorzita a gente tenta.

Desde então, se fomos ao supermercado e ele sumir, pode ter certeza que está no corredor das fraldas fazendo comparações minuciosas que envolvem peso, quantidade de fraldas, resistência da fralda, avaliações de outros usuários e preço, claro. Um processo complicadíssimo. E ainda tem a intimidade dele com o Kegel. Lembram dos exercícios? Pois. Eu também não lembro sempre. Mas ai de mim se eu não fizer! Nem adianta mentir dizendo que sim, já fiz tudo porque ele fareja a verdade. “Não fez Kegel hoje? Ri, ri. Depois taí chorando porque o assoalho pélvico não tava treinado”.

Falando em Kegel, dica boa. Se vossas senhorias são como eu, indisciplinadas para qualquer exercício em casa, nada como uma ajudinha. Encontrei um aplicativo para Android (não sei se há para as outras plataformas) que chama Max Kegel. Ele funciona como um personal trainer mesmo. Tem lá os níveis todos e ele vai te orientando. Até conta os tempinhos pra você, olha que maravilha. A minha preguiça agradece de tal maneira que nem sei.

Dorzinha nova, quem curte? EEEEUU! Desde a semana passada tem uma cabeça querendo encaixar aqui na minha bacia. Resultado: uma fisgadona da virilha até o joelho de vez em quando. Fora o susto quando a dor vem, rola uma comoção :~~. Com o encaixe, a barriga deu uma descida considerável e ficou mais pesada. Mesmo assim, sou obrigada a caminhar pelo menos meia hora todo santo dia e fazer os exercícios para a pélvis na bola de pilates. Não me lembro de ser assim tão fitness antes da gravidez, o que não me impede de ter ganho 3kg só no último mês. #vaigordinha


São mini cheesecakes, ok? Mini! A culpa dos 3kg a mais não é deles


No mais, Malu mexe e soluça que é uma maravilha, dor nas costas só se ficar em má posição, pés inchados só se passar muito tempo caminhando ou parada, durmo consideravelmente bem, sonho com parto e bebês todo dia, já incluí uma xícara de chá de frutos vermelhos à minha dieta, a partir da próxima semana as consultas passam a ser semanais e na sexta temos a última aula de preparação para o parto. Ou seja, as coisas estão andando. Eu que prefiro estar sentada mesmo ou deitada ou encostada...mas vamos caminhar que tem gente que precisa de colaboração pra nascer.

Ok, ok. Uma foto a sério agora. Vá lá.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Um filho e um cachorro: como lidar?



A gente tem se preparado intensamente lindamente loucamente pra receber a Malu. Os cursos, as coisas, a vida. Acontece que andamos nos esquecendo de uma parte importante do processo: e a preparação da Meg? Já citei-a aqui, mas vamos rememorar. Meg é nossa cadela, nossa cadela hiperativa de 8 meses. Uma criança no mundo dos cachorros. Adotamos e poucos dias depois descobri que estava grávida. Assim, cadela e barriga têm crescido juntas em uma convivência afável, mesmo envolvendo uns pisões. Nunca achamos que criança e bebê na mesma casa seria um problema, como de fato não é, mas exige uma preparação.

A Meg demanda muito da nossa atenção porque ela é muito ativa, muito curiosa, come qualquer coisa que estiver pela frente, destrói qualquer coisa que estiver pela frente. Foi acostumada a viver dentro de casa também. Então, está sempre por aqui ganhando festinhas, indo atrás se vamos ao banheiro. É natural que ela vá sentir quando não estivermos, em breve, sempre com a mão disponível pra lhe coçar a cabeça. A minha preocupação é que ela reaja mal à chegada da Malu e que não saibamos lidar com isso. A meu ver, ela já sabe que tem alguma coisa por acontecer porque voltou a fazer xixi fora do lugar que já estava habituada e a compulsão por destruir o que estiver ao alcance...aí, essa não tem limites.

Daí que comecei a investigar, estudar e tentar ver o que podemos ir fazendo para habituá-la. Grande parte das dicas dizem que devemos, aos poucos, diminuir a atenção dada ao cão. Meu coração é muito fraco pra essas coisas, gente. Tadinha da bicha. Acho que eu sou até mais carente que ela.

Enfim, o texto mais sensato que encontrei foi esse: http://www.caocidadao.com.br/artigo/o-bebe-vem-ai-saiba-como-preparar-o-cao/ . E o José, também nas pesquisas, achou a listinha abaixo em meio a compartilhamentos do Facebook:



Mas eu dou super valor a ~~casos de sucesso~~, histórias de gente como a gente que já passou pelo mesmo. Alguém tem pra me contar? Houve preparação do cachorro pra chegada do bebê? Como ele reagiu? Foi tranquilo? Estou aqui de coração e ouvidos abertos. A Meg também.




segunda-feira, 15 de julho de 2013

"E a tigresa possa mais do que o leão"


Depois da leseira do primeiro trimestre, no primeiro dia que eu me lembro de ter acordado realmente disposta, levantei, fui pro computador, abri o youtube e cheguei a essa música. Foi inconsciente. Há séculos não ouvia e, por acaso, desconhecia a verão acústica do Ney com o Caetano. Naquele momento escolhi nosso “hino”(fiz cosplay de Nana, que até hoje mata de curiosidade toda a blogosfera materna! Hahahaha). Ainda nem sabia se era Malu ou Tomé, mas “Tigresa” era já a nossa música. Sei lá porque, minha gente. Foi instintivo. Ouvi-a non stopping dias a fio. Até hoje é o nosso momento e ela costuma mexer mais lentinho quando eu coloco porque normalmente é só zoeira nessa barriga.


terça-feira, 9 de julho de 2013

Desastrogênio e Desastrerona


Esses últimos dias o meu estabanamento, já muito corriqueiro, tem ultrapassado as fronteiras legais para uma boa convivência. Sério, gente. Nunca fui exemplo de destreza e malemolência. Consultem  meus pais para dados estatísticos sobre copos, pratos e portas de congelador quebrados (SIM! PORTA DE CONGELADOR!). Só que assim, grávida, a coisa tá indo ladeira abaixo. Sorte (?) que posso botar culpa nos hormônios e tá tudo ok. Desastrogênio e desastrerona só no hard work aqui nesse corpinho redondo.

Sábado (Sempre tenho marcos históricos gravídicos no sábado. Vejam bem) eu bati todos os meus recordes até o momento. Mas bati em um nível que o José quase pediu que parassem o mundo pra ele descer porque tava puxado. Joelhada na cama, cotovelada na porta, tsunami de panelas (sabe querer tirar um tacho do lugar e caírem toooooooodos? Aí você acaba de ajeitar e cai tudo de novo? Bem isso), fui fritar qualquer coisa e deixei cair água no óleo quente (chuvinha de gordura quente! Uhuuuul), quebrei algo que não lembro, mas o ápice foi a quedinha.

Eu não lembro, mas ele nunca esquece <3


Eis que José me deu uma bola de pilates para praticar exercícios em casa. Magia. Luxo. Todo mundo merece uma bola de pilates pra sentar no fim do dia. Mas vocês sabem, eu sou que nem criança quando ganha alguma coisa nova: tenho que usar logo e all the time. Então, era eu com essa bola em todo lado, se desse pra andar quicando com ela também, assim faria. Quilaro que não acabou bem, né? Bola em cima de bola quê que acontece? Tipo isso. Rola e cai em cima de um balde cheio de detergente. Por sorte, foi assim uma coisa meio de lado. Tinha aqui o sofá pra amortecer e não me machuquei, nem bati com barriga ou bacia em lugar nenhum. Apenas fiquei cheirando a água sanitária com ~~leve fragância do bosque~~ e tive que perder a dignidade quando pedi ajuda pra ser resgatada. Agora também só me visto sentada porque já passei uns sustos. Como bem diria Eddie, “desequilibrar, desequilíbrio”.

Bola em cima de bola: será que rola?


Lembrar das coisas, pra quê também, né? Tá tão ruim que eu não lembro nem de anotar pra não esquecer. Clássico: esquecer o leite fervendo, esquecer se já coloquei comida pra Meg, esquecer se já tomei o ferro, lembrar que não tomei e esquecer de tomar, esquecer se já passei desodorante e passar 3 vezes, esquecer o que ia dizer, fazer e comer. Na última consulta, a enfermeira disse que eu  ando com a pressão um bocadinho baixa, situação normal nessa altura. Eu só tinha era que não passar muito tempo em pé e me levantar devagar, seja de cama, cadeira, whatever. Aí fomos ouvir o coração da embutidinha. Ótchyma, maravilha, pode levantar. DEVAGAR, ROMANA? O QUE FOI QUE EU ACABEI DE DIZER? Como uma pessoa naturalmente aperriada, agoniada, avexada, eu já tava de pézinha e sim, tinha esquecido o que ela tinha a-ca-ba-do de me dizer sobre levantar devagar.

Dizem que é assim mesmo, que acontece, que são as veias relaxadas por conta da progesterona, que o ponto de equilíbrio do corpo mudou. O meu aliás, não sei aonde foi parar porque SOCORR é andando e envergando, se estabacando. Minha tia, que é enfermeira, tá aterrorizada comigo e a minha potencialidade para desastres. Toda conversa no Skype é um “COIDADOOOOOOO! OLHASQUEDA, NARUNA!”. 

Em linhas gerais, tenho andado mais atenta. Mentira. Tenho analisado com muita minúcia se eu realmente passo por certos espaços. Mentira de novo que eu fiquei presa agorinha ali entre a cama e a parede. Mas pronto, calma. Só uso a bola de pilates sob supervisão. Vai que, né? 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Parto pra que te quero


E aí vocês me perguntam: onde djabo que tu tava, mermã? E eu respondo com:



Isso é que é um lavado a sério, minha gente! Estejam avisados que escrevo esse post sob forte influência de sabão de côco. Obrigada. De nada.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Sexo do bebê: FEMININO EXCLAMADO!

<3 <3 <3
Dessa vez não teve do que duvidar. Foi colocar o aparelhinho na barriga e confirmar que a antes 90% Malu é agora 100%!

Minha bichinha tá lá toda direitinha, 1,322kg, com cabelinho e, inclusive, já de cabeça para baixo. Ainda tem muito espaço e tempo pra ela se mexer e sentar e coiso, mas a médica disse que é um ótimo sinal. Vamo que vamo, parto normal!

Diz que agora já posso me concentrar nas deadlines do Mestrado...ou não...


terça-feira, 11 de junho de 2013

6 coisas que provavelmente te disseram sobre a gravidez, mas você achou que era brinks


INHAIM, cês tão bem, minha gente?
Eu to num mood elétrico porque daqui a 2 dias tem ultrassonografia. Tá, eu disse que tava tranquila. Tá, eu menti. Mas vocês não sabem como vai ser bom responder com 100% de certeza se será embutidinha ou embutidinho.

Enquanto isso, eu, que sou muito fã de listas desde que o mar é mundo, decidi fazer a minha própria, cientificamente comprovada pela Universidade Empírica da Gravidez da Naruna. 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Sobre filas, prioridade e chorume ou como grávidas são amadas e odiadas pela sociedade


A barriga vai crescendo e, com ela, o amor do mundo pela sua pessoa gravídica. As pessoas te olham sorrindo na rua, admiram aquela redondice toda, te interpelam perguntando se você já sabe o sexo do bebê. Fofos. Um amor. Você nunca foi tão paparicada na vida por estranhos. Agora, quer ver a coisa mudar de figura rapidinho? Entre numa fila. Cadê amor agora? Cadê ternura? Cadê sorrisos?

domingo, 12 de maio de 2013

A filha da filha da filha da filha da mãe


Essa não foi uma semana fácil, dentro da minha licença dramática. Já tinha até avaliado meu inferno astral como bem ok, mas as coisas meio que desandaram nos últimos 8 dias. Começando que fiquei doente exatamente no Dia da Mãe, domingo passado. Da Mãe, reparem bem. Ai, a literalidade portuguesa...Pois sim, era pra ser um simples resfriado que tomou proporções dramáticas. Noites mal dormidas com dor nas costas, de boa. Mas foram noites sem dormir com dor nas costas AND espirros AND tosse AND autosufocamentos. Resultado? Dona Naruna nas urgências e de molho. Porém recuperada a tempo de dar mais uma volta ao sol no dia 10, o primeiro aniversário verdadeiramente longe de Teresina. Choradinhas à parte, até me safei (exceto pelas 3 estrias que achei no meu peito anteontem, mas não vamos falar sobre isso que eu fico deprimida) e cheguei linda e redonda ao meu primeiro Dia das Mães (agora sim, o ~~brasileiro).

Desde bem antes dessa tal semana cabalística, eu venho pensando sobre como as coisas acontecem de um jeito engraçado na minha família. Minha avó é a primeira filha da minha bisavó e também deu-lhe a primeira neta, minha mãe. Danadinha que era, minha mãe teve a mim, primeira neta da dona Conceição e bisneta da dona Ozita. Danadinha que eu sou, estou à espera da primeira neta da minha mãe, primeira bisneta da minha avó e primeira tataraneta da minha bisavó, que está lá em Brasília muito linda e muito lúcida acompanhando todas as notícias de cá pelo Facebook. Coincidência ou não, essa cadeia de pioneirismo maternal faz um sentindo engraçado hoje. Mentira. Não faz sentido nenhum, mas eu gosto de pensar que tem qualquer energia cósmica conspirando a nosso favor. Tenho um orgulho imenso disso, essa é que é a verdade. 

"Olha, mãe. Fiz uma barriga parecida com a sua"
"É mesmo, filha. Só que você ficou assim mais rechonchudinha RSRS"

terça-feira, 7 de maio de 2013

Medinho besta


Começo declarando que to bem, to lúcida. Já tomei meu ferro plus ácido fólico e mais o remédio do enjoo. Isso na verdade é uma nota pra que eu mesmo me lembre o que fiz e não vá tomar tudo de novo. Obrigada. De nada.

Esses dias tipo hoje enquanto eu estava procrastinando ao invés de ajeitar meu projeto do mestrado, li um post no Só Até Amanhã de Manhã e lembrei que tinha esse assunto mentalmente arquivado pra tratar por aqui qualquer dia. Sabem aquele ditado, quem tem c*, tem medo? Pois. Quem tem filho, tem medo. Quem engravida, tem medo. O baile todo tem medo, na verdade. Medo por medo, eu sempre tive. De galinha e de ser sozinha, inclusive, mas nos últimos meses adicionei mais alguns na conta, dado o meu estado gravídico (Adoro essa palavra. Superem).

Calma, eu sei que dá medo, mas não precisa gritar.
O bebê tá bem!

domingo, 28 de abril de 2013

Mulher barriguda


Eu tinha programado mentalmente um post só amor, ousadia e alegria sobre os enjoos. Dando dicas sobre o que fazer e tal, mega contentona porque estava ótima e claro que os meus tinham finalmente ido embora. A caixa do remédio acabou e eu DE BOA, não preciso mais disso. Porém não, né, minha gente. Um dia sem o medicamento e voltou tudo. Não tem bolacha salgada, bala de menta, chá de gengibre que dê jeito. Ainda fiquei uns bons 3 dias dando super moral pro meu orgulho taurino e recusando-me terminantemente a comprar o remédio. Tive que dar o braço a torcer. Então,  dei um leve foda-se para as dicas (que deixaram de funcionar comigo e se eu virar hipocondríaca a culpa é toda delas) e decidi falar sobre o que há de concreto na gravidez: a barriga.

AlôAlô, vocês sabem quem eu sou?

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Opa, mexeu! Foi o bebê ou são gases?


Provavelmente os dois, amigan. E nem adianta disfarçar porque, sejamos francas, a magia dos primeiros movimentos é facilmente confundida com o incômodo gravídico citado no título desse post.

Meg esperando pra saber se o bebê mexe mesmo
ou se é treta minha

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Sexo do bebê: Feminino Interrogado


Não me olhem com essa cara. Foi esse o resultado da tão esperada ultrassonografia morfológica que fez gente do lado de lá e de cá do oceano contar os dias no calendário. Usaram todas as mandingas possíveis e imagináveis pra adiantar o prognóstico, sendo que grande parte delas indicou um menino. Provavelmente muito influenciada, porque sou dessas, comecei a achar que carregava mesmo um gajo. Aquele sexto sentido de mãe, sabe? Tretas, minha gente.

O sexo é dúvida, mas o bico...esse é todo da mãe

terça-feira, 16 de abril de 2013

Bonitinha, mas reacionária


Então você está aí, bem grávida, bem ficando redondinha, bem com uma carinha que brilha mais que o sol por conta do aumento do fluxo sanguíneo. Fofa. Explodindo em aura maternal e distribuindo magia por onde passa. É não, gente. Aliás, é também. TAMBÉM. Porque há algo de podre no reino das combinações hormonais gravídicas que te deixam um bocado demoníaca às vezes. Falo por experiência própria e de colegues por aí que passaram pelo mesmo.

Não quero mais tirar foto porque decidi ficar #chatiada neste momento
e vou me comportar com maturidade

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Doutor, acho que estou ligeiramente grávida


Como uma boa cria do Discovery Home & Health, o resultado do exame foi para soltar o grito de “eu já sabia” preso na garganta. Passei anos assistindo ao “Eu não sabia que estava grávida” e estava suficientemente traumatizada para não saber o que se passava cá nesse corpo.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Queridans, cheguei!

A discrição indiscreta da barriguinha de 18 semanas
Seja por vício ou hábito de sala de aula mesmo, acho por bem sempre começar seja o que for com apresentações. Aquele momento mágico em que você descobre o nome do coleguinha de classe e começa a imaginar toda a vida pregressa dele (sou dessas). E também sou dessas que senta no fim da fila tentando retardar ao máximo a vez de quebrar o gelo.

Mas pronto, vamos lá com isso.

Romana Naruna, 23 anos, grávida de um bebê e de um projeto de mestrado. Estando várias coisas e não sendo nada concretamente porque ser por si é definitivo demais pra um mundo que gira  girando girando girando prum lado, girando girando girando pro outro tanto. 

Comecei a pensar na hipótese da probabilidade muito provável deste blog logo depois que abri meu teste de gravidez. Estava lá o HCG todo pimpão gritando e eu já pensando em abrir continha no Blogger. Mentira. Chorei um tempo de susto, liguei pra minha mãe, chorei mais um bocado, chorei litroz pro José. Mas isso, vá lá, é assunto pra milhões de posts. Meu choro, mamãe, José e o HCG.

Certo é que considerei estar grávida um estado curioso demais e toda a minha eferverscência mental maternal precisava escorrer por algum lado. Mas melhor do que uma mãe monologando, são 3. Daí surgiu o convite para a Alline e a Vanessa, que não escusaram em aceitar. Assim, temos aqui o filho por vir, o filho que começou a falar há pouco e a filha que já fala ao tempo e começou a vida de escolinha. Três (in)experiências e muita divagação sobre esse work in progress eterno que é a maternidade. E nem adianta vir fazendo o Baby não porque aqui quem fala é a mamãe sim!