Essa não foi uma semana fácil, dentro da minha licença dramática. Já tinha até avaliado meu inferno astral como bem ok, mas as coisas meio que desandaram nos últimos 8 dias. Começando que fiquei doente exatamente no Dia da Mãe, domingo passado. Da Mãe, reparem bem. Ai, a literalidade portuguesa...Pois sim, era pra ser um simples resfriado que tomou proporções dramáticas. Noites mal dormidas com dor nas costas, de boa. Mas foram noites sem dormir com dor nas costas AND espirros AND tosse AND autosufocamentos. Resultado? Dona Naruna nas urgências e de molho. Porém recuperada a tempo de dar mais uma volta ao sol no dia 10, o primeiro aniversário verdadeiramente longe de Teresina. Choradinhas à parte, até me safei (exceto pelas 3 estrias que achei no meu peito anteontem, mas não vamos falar sobre isso que eu fico deprimida) e cheguei linda e redonda ao meu primeiro Dia das Mães (agora sim, o ~~brasileiro).
Desde bem antes dessa tal semana cabalística, eu venho pensando sobre como as coisas acontecem de um jeito engraçado na minha família. Minha avó é a primeira filha da minha bisavó e também deu-lhe a primeira neta, minha mãe. Danadinha que era, minha mãe teve a mim, primeira neta da dona Conceição e bisneta da dona Ozita. Danadinha que eu sou, estou à espera da primeira neta da minha mãe, primeira bisneta da minha avó e primeira tataraneta da minha bisavó, que está lá em Brasília muito linda e muito lúcida acompanhando todas as notícias de cá pelo Facebook. Coincidência ou não, essa cadeia de pioneirismo maternal faz um sentindo engraçado hoje. Mentira. Não faz sentido nenhum, mas eu gosto de pensar que tem qualquer energia cósmica conspirando a nosso favor. Tenho um orgulho imenso disso, essa é que é a verdade.
![]() |
| "Olha, mãe. Fiz uma barriga parecida com a sua" "É mesmo, filha. Só que você ficou assim mais rechonchudinha RSRS" |
