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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

38 semanas: vai, com jeito vai


Antes de tudo, um beijo no coração da Mari que, como ela mesma disse, enverga mas não quebra. Muita luz e muita calma nesse recomeço. Estamos contigo! <3 <3

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Escrevo este post diretamente das profundezas dos pródromos, entre uma contração de Braxton-Hicks e outra. De 3 semanas pra cá, essas danadinhas ganharam uma força que, se antes eu não as reconhecia, agora já sei na hora do que se trata. Para além da barriga dura parecendo um balão prestes a espocar, o meu corpo dita o ritmo da respiração que ele acha conveniente para o momento. Bizarríssimo, né? Sei que nem adianta, tenho que dar umas inspiradas fortes e esperar passar. Anteontem, como elas estavam muito seguidas, decidi marcar. Duração de 45 segundos a cada 10 minutos, mas depois se perderam no tempo e no espaço da irregularidade.

Se faz de forte montando móveis pra chorar de dor nas costas depois: Deus tá vendo


Hoje, com exatas 38 semanas, tem Lua Cheia e tem uma galera PIRANDO achando que Malu vai dar as caras. No meio desse povo, minha mãe, que não dorme mais desde que eu completei 35 semanas. Tenho até evitado ligar pra ela porque sempre atende o telefone meio chorando achando que sou eu diretamente da maternidade. Aí fica o papo:

- Mamãe, se acalme. Vá dormir. Olhe, eu estou calmíssima. Durmo horrores!
- Ô Naruna, vai dizer que tu não tá nervosa?
- Eu não. Tô ótima.
- Rum. Tá. Mas olha. Tô com o celular aqui do lado, do ladinho mesmo. Qualquer coisa, na hora que estiverem indo pra maternidade, me liguem IMEDIATAMENTE.

No último sábado, tive que ir lá mesmo pra ser monitorada, procedimento normal a partir das 37 semanas. Foi aí que conheci o bendito CTG, cardiotoco ou exame das cintas, para os íntimos. Consiste basicamente em amarrarem duas faixas na barriga, uma que mede os batimentos do bebê e a outra que verifica as contrações. Nisso, a enfermeira te dá um botãozinho pra você apertar sempre que o embutidinho mexer. Agora imaginem uma sala à meia luz com 4 grávidas amarradinhas do lado de umas máquinas estranhíssimas, 4 coraçõezitos batendo loucamente porque sim, aquilo era mesmo alto. Sei que dava pra ouvir também quando se apertava no botão e, de repente, aquilo parecia uma competição: que bebê mexe mais. Tinha uma mulher lá que era “ploc ploc” direto! A Malu, obviamente, me trollou e mexeu timidamente, como ela sempre faz em público. O certo é que depois do “videogame”, teve consulta e o que? O toque, exatamente. A médica foi gentil, perguntou se podia fazer. E eu: Faça, faça que eu quero saber a quantas anda esse colo. Resultado: 1cm de dilatação e colo afinando. “Muito bem. Seu colo já está preparadinho para o parto”. Claro que na atual conjuntura, podemos passar semaaaaanas com esse 1cm, mas fiquei saltitantezinha com a notícia que estamos indo no caminho certo.

Exame do cotonete, quem já ouviu falar? Nesse, coleta-se uma amostra do muco vaginal (com o cotonete, por isso o nome) para identificar a presença de uma bactéria marota chamada estreptococo B. É comum tê-la por ali na flora e ela não nos prejudica, mas pode causar infecções ao bebê. Por isso, aqui fazem a análise por volta das 35 semanas. Se o resultado der positivo, implica uma ida mais apressadinha pra maternidade, logo nos primeiros sinais de TP, para que se faça a medicação específica. Falaram sobre isso no curso e eu já tava #chatiada achando que tinha a tal bactéria. Qual não foi a minha surpresa ao saber que sou estreptococos free. AMÉM! Posso manter o meu plano de  ficar em casa o maior tempo possível no dia que a coisa engrenar.

Mala e sacola: semi ok
A minha preguiça...tive que dar um take it easy nela pra poder viver. Viver, leia-se, arrumar o que tava faltando. Finalmente cedi à pressão social e arrumei a famigerada ~~mala~~. A dela. A minha sacolinha está estrategicamente desmontada. Uma atividade pra me entreter quando as contrações de verdade derem as caras. Só fechei a da Malu logo porque envolvia uns apetrechos mais cheios de particularidades. Não me imagino contando contrações e procurando a roupa interior tamanho zero do fatinho verde esperança. Era demais.



Aos poucos, o cantinho dela vai ganhando uma cara. Habemus cômoda! Móvel de adulto, aliás, porque primeiro, os móveis de bebês são caríssimos e segundo, são pequenos. Quanto mais coisa couber em um móvel só, pra gente tá ótimo. Aproveitamento do espaço: trabalhamos. Daí que a cômoda tinha uma cara muito séria e eu já tinha decidido dar uma customizada. Programei comprar uns retalhos de tecido e não sei o que e mais aquilo e coiso. Nada. Junto com o móvel, compramos uma cortina nova pra sala. A bicha ficou grande. Sobrava ali mais de meio metro em cada lado. Cortei, fiz a bainha (mãe! Olha eu aqui cheia de habilidades manuais!) e ganhei retalhos! Resumindo, ficou assim:


Les cestinhos
Tá mais meiguinho do que eu pretendia, mas ok. Fiz o acabamento com fita adesiva, o que me permite tranquilamente tirar o tecido sem prejuízo do móvel e dar-lhe outra cara. Posso ir alternando os retalhos. Olha que tudo! Sobraram mais uns pedacinhos e eu “fiz arte”, como diz o José, com esses cestinhos que eu já tinha comprado pra lhe por produtos de higiene e afins. Olhando assim, tá campestre, tá brejeiro, tá Fazenda da Malu. Financeiramente falando, com 15 eurecas (aproximadamente 45 dilminhas) ganhamos uma cortina, decorei a cômoda e os cestinhos e ainda sobrou ~~ticido~~ pra mais qualquer coisa. Tô pensando, tô pensando....

Le alcofa
Na última das últimas, minha sogra arranjou-nos uma alcofa para os primeiros meses. Pra quê mais amor do que não precisar montar berço agora e ter o bebê do ladinho sem medo de sufocá-lo? Esquema de empréstimos melhor esquema. 

Eu ia falar de mais economias que fizemos em relação ao enxoval, mas vou deixar pro post seguinte. A pessoa some uma vida e depois quer tagarelar mares e oceanos. É puxado.

Falem-me de vocês, das vossas vidas.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

36 semanas e a preguiça


Sabe preguiça, minha gente? Mas assim preguiça, preguiça aos montes, até de comer? Esta sou eu chegando às 36 semanas, também conhecidas como início do 9º mês. Desde a última postagem, comecei e parei uns 12 posts. Este é precisamente o arquivo paraoblogdefinitivo13.docx tamanha a minha corági. Porééééém, eu e José-José e eu temos aproveitado as últimas férias dele com Malu guardada para morgar no sofá em frente à TV como se não houvesse amanhã resolver pendências. Tipo montar o cantinho da curiquinha (coisa que ainda não foi feita) e arrumar as ~~malas da maternidade~~ (coisa que também não foi). Ok, ok, estivemos nos curtindo e acho que isso também conta.

Saí de casa pra subir escada? É sério isso?

O José. Ai, o José. Merece um post à parte depois porque tenho que costurar bem as palavras pra falar desse homem que elegeu a minha produção de ocitocina como projeto de vida. E isso muito graças às aulas de preparação para o parto, hein! Você jura que ele tá lá assim meio away enquanto a enfermeira fala, mas tem guardado as coisas na cabeça com uma destreza impressionante. Como já disse, a prioridade aqui agora é ocitocina. Portanto, estou proibida de me enervar, estressar, ficar ansiosa e/ou chorar. Qualquer uma dessas situações é motivo pra ele soltar: “Olha lá. Tá produzindo adrenalina. Com adrenalina, não tem ocitocina. Sem ocitocina não tem trabalho de parto. E aí, como fica?” ou então “Amoooor, fica calma. Cadê a ocitocina? Sem ocitocina não tem leitinho!”. Como que fica estressada ouvindo uma coisa dessas? Como que não manda a adrenalina pro caralhaquatro? Também não pode ver uma loja de roupa íntima que é um tal de “Vê lá se não tem sutiã de amamentação”. Outro dia me fez achar uma calculadora específica online pra saber quantas fraldas, em média, o bebê usará por semana. 

- 49. Mais ou menos 49 é o que diz aqui.
- 49. QUÊ? CHIÇA!
- Cadê tua ideia das fraldas de pano agora?
- Ehe...realmente...haja água. Quando ela ficar maiorzita a gente tenta.

Desde então, se fomos ao supermercado e ele sumir, pode ter certeza que está no corredor das fraldas fazendo comparações minuciosas que envolvem peso, quantidade de fraldas, resistência da fralda, avaliações de outros usuários e preço, claro. Um processo complicadíssimo. E ainda tem a intimidade dele com o Kegel. Lembram dos exercícios? Pois. Eu também não lembro sempre. Mas ai de mim se eu não fizer! Nem adianta mentir dizendo que sim, já fiz tudo porque ele fareja a verdade. “Não fez Kegel hoje? Ri, ri. Depois taí chorando porque o assoalho pélvico não tava treinado”.

Falando em Kegel, dica boa. Se vossas senhorias são como eu, indisciplinadas para qualquer exercício em casa, nada como uma ajudinha. Encontrei um aplicativo para Android (não sei se há para as outras plataformas) que chama Max Kegel. Ele funciona como um personal trainer mesmo. Tem lá os níveis todos e ele vai te orientando. Até conta os tempinhos pra você, olha que maravilha. A minha preguiça agradece de tal maneira que nem sei.

Dorzinha nova, quem curte? EEEEUU! Desde a semana passada tem uma cabeça querendo encaixar aqui na minha bacia. Resultado: uma fisgadona da virilha até o joelho de vez em quando. Fora o susto quando a dor vem, rola uma comoção :~~. Com o encaixe, a barriga deu uma descida considerável e ficou mais pesada. Mesmo assim, sou obrigada a caminhar pelo menos meia hora todo santo dia e fazer os exercícios para a pélvis na bola de pilates. Não me lembro de ser assim tão fitness antes da gravidez, o que não me impede de ter ganho 3kg só no último mês. #vaigordinha


São mini cheesecakes, ok? Mini! A culpa dos 3kg a mais não é deles


No mais, Malu mexe e soluça que é uma maravilha, dor nas costas só se ficar em má posição, pés inchados só se passar muito tempo caminhando ou parada, durmo consideravelmente bem, sonho com parto e bebês todo dia, já incluí uma xícara de chá de frutos vermelhos à minha dieta, a partir da próxima semana as consultas passam a ser semanais e na sexta temos a última aula de preparação para o parto. Ou seja, as coisas estão andando. Eu que prefiro estar sentada mesmo ou deitada ou encostada...mas vamos caminhar que tem gente que precisa de colaboração pra nascer.

Ok, ok. Uma foto a sério agora. Vá lá.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Um filho e um cachorro: como lidar?



A gente tem se preparado intensamente lindamente loucamente pra receber a Malu. Os cursos, as coisas, a vida. Acontece que andamos nos esquecendo de uma parte importante do processo: e a preparação da Meg? Já citei-a aqui, mas vamos rememorar. Meg é nossa cadela, nossa cadela hiperativa de 8 meses. Uma criança no mundo dos cachorros. Adotamos e poucos dias depois descobri que estava grávida. Assim, cadela e barriga têm crescido juntas em uma convivência afável, mesmo envolvendo uns pisões. Nunca achamos que criança e bebê na mesma casa seria um problema, como de fato não é, mas exige uma preparação.

A Meg demanda muito da nossa atenção porque ela é muito ativa, muito curiosa, come qualquer coisa que estiver pela frente, destrói qualquer coisa que estiver pela frente. Foi acostumada a viver dentro de casa também. Então, está sempre por aqui ganhando festinhas, indo atrás se vamos ao banheiro. É natural que ela vá sentir quando não estivermos, em breve, sempre com a mão disponível pra lhe coçar a cabeça. A minha preocupação é que ela reaja mal à chegada da Malu e que não saibamos lidar com isso. A meu ver, ela já sabe que tem alguma coisa por acontecer porque voltou a fazer xixi fora do lugar que já estava habituada e a compulsão por destruir o que estiver ao alcance...aí, essa não tem limites.

Daí que comecei a investigar, estudar e tentar ver o que podemos ir fazendo para habituá-la. Grande parte das dicas dizem que devemos, aos poucos, diminuir a atenção dada ao cão. Meu coração é muito fraco pra essas coisas, gente. Tadinha da bicha. Acho que eu sou até mais carente que ela.

Enfim, o texto mais sensato que encontrei foi esse: http://www.caocidadao.com.br/artigo/o-bebe-vem-ai-saiba-como-preparar-o-cao/ . E o José, também nas pesquisas, achou a listinha abaixo em meio a compartilhamentos do Facebook:



Mas eu dou super valor a ~~casos de sucesso~~, histórias de gente como a gente que já passou pelo mesmo. Alguém tem pra me contar? Houve preparação do cachorro pra chegada do bebê? Como ele reagiu? Foi tranquilo? Estou aqui de coração e ouvidos abertos. A Meg também.




segunda-feira, 22 de julho de 2013

"Ando devagar porque já tive preeeeeeessa..."


Que tapa na cara de uma pessoa avexada é uma barriga de 33 semanas e 4 dias, né, minha gente? Mar nem que eu quisesse muito conseguiria caminhar com a desenvoltura de outrora. Eu, que reclamei tanto dos turistas lentos no meu caminho. Eu, que já quis uma metralhadora giratória para ir contra quem parava no meio da calçada pra ver vitrine. Eu hoje sou uma dessas pessoas. Não que eu queira mesmo ver as vitrines. Só estou ali disfarçando, tentando reaprender a caminhar sem colocar os bofes pra fora. Meus melhores amigos são cadeiras, sofás, bancos. Aí na hora de levantar, a velha ~~dor nos quarto~~? Faço aquela careta básica e quem tá por ali olha com cara de dó. “A bichinha...toda entrevada”. Entrevada não, meu filho. Tenho uma pélvis cheia de mobilidade aqui, OK? Normal.

~~periguetismo gestacional~~: amo/sou
Voltando à barriga. Ai, essa barriga.
Esses dias, demos uma geral no guardarroupa e eu pratiquei meu esporte favorito: vestir as roupas que eu sei que não me servem mais apenas por motivo de auto trollagem. Nessa, achei uma das minhas blusinhas favoritas e fiquei no espelho admirando o palmo de barriga que ficava de fora. O José com toda a sua sinceridade. “Assim tá gira” “Que gira? Olhaqui a barriga toda de fora” “Ué, mas é bom andar assim no verão e tá mesmo gira”. Ele tinha razão. Foram meses penando debaixo de casacos, chorando pra por um pedaço de braço ao ar livre. Agora que eu podia, por que não mostrar a pança? Todo um investimento em creme gordo e óleo pra ela ficar redondamente escondida nesse calor? Deveria eu ter vergonha do meu maior objeto de amor e magia dos últimos tempos? Lembro de ter lido bem no início da gravidez uma espécie de manual do vestuário da grávida, escrito por uma senhora X que trabalhava numa revista X de moda em Nova York. Entre outras coisas, ela lá dizia que nuncajamaissobhipótese alguma devíamos sair por aí mostrando a barriga porque é cafona. Out of fashion. Inconscientemente, eu meio que adotei o conceito. Andava sempre cobrindo a redondância e comprando blusas que passassem do quadril. Aí eu me pergunto agora. PRA QUE ISSO? Em uma comparação bem ordinária, é como seguir o conselho da delegada da mulher da minha cidade, Teresina, mais conhecida como Terehell: andar sempre de calça comprida pra evitar um possível estupro. Ou seja, esconder-se sob a roupa pra evitar a fadiga. Então eu saí mesmo com a barriga semi de fora e causei. Causei olhares de afeto, olhares de condenação e olhares de surpresa. Nada que eu já não causasse vestida ~~dentro da moral e dos bons costumes~~. Querem saber? Foi libertador. Pança arejada = pança feliz. Temos certas amarras sociais que nem nos damos conta.

No mais, Braxton-Hicks começou a dar as caras fortemente! Já tinha dado, aliás. Eu é que só agora vim me tocar das benditas contrações de treinamento. Isso porque elas andam de mãozinha dada comigo todos os dias. Pra quem ainda tá na dúvida sobre como são as contrações: a barriga fica dura, irreconhecivelmente dura. Rola um mal estarzinho, mas indolor e SEMPRE na região abdominal. Se você sentir alguma coisa na lombar, melhor ficar atenta. No meu caso, sinto um peso na bexiga também e tenho loguinho que ir fazer xixi. Depois disso passa. Melhor coisa a fazer durante uma contração dessas é beber água. Se estiver caminhando, para e dá uma relaxada. Se estiver sentada, levanta e dá uma caminhada. Alerta mesmo só em caso de dor. Caso contrário, faça como eu: elogie o seu útero maravilhoso e saudável se preparando para o parto.

Definitivamente acho que estou grávida de um bebê insone ou de sono muito agitado porque, jesusamado, ela mexe o tempo todo! Mas sabem o que é o tempo todo? É TIPO O TEMPO TODO! Não to reclamando. Acho ótimo. Significa que está muito bem e hiperativa. Mas é que só não sinto mesmo quando to dormindo. Tem horas que ela estaciona numa zona e fica uma espécie de calombinho na barriga. A nós, restam as conjecturas. “Será um pé? Uma mão? O cotovelo?”. Outro dia, apoiei um livro em cima da pança. Vocês acham que ela curtiu? Não, né. Deu um tranco que o livro saltou, literalmente. Até pedi desculpas pelo incômodo. Tadinha. O espaço tá ficando apertado e ela é um bebê no percentil 83. Sejamos compreensivos. 

Ao fim e ao cabo, desejem-me sorte com a preguiça feat. cansaço medonhos que se instalaram no meu corpo. Ainda não arrumei o cantinho dela, faltam os produtos de higiene e ando adiando a arrumação dos nossos tarecos pra maternidade. Tudo a seu tempo, tudo a seu tempo...

Tá tudo passadinho e guardado, mas não resisto <3

segunda-feira, 15 de julho de 2013

"E a tigresa possa mais do que o leão"


Depois da leseira do primeiro trimestre, no primeiro dia que eu me lembro de ter acordado realmente disposta, levantei, fui pro computador, abri o youtube e cheguei a essa música. Foi inconsciente. Há séculos não ouvia e, por acaso, desconhecia a verão acústica do Ney com o Caetano. Naquele momento escolhi nosso “hino”(fiz cosplay de Nana, que até hoje mata de curiosidade toda a blogosfera materna! Hahahaha). Ainda nem sabia se era Malu ou Tomé, mas “Tigresa” era já a nossa música. Sei lá porque, minha gente. Foi instintivo. Ouvi-a non stopping dias a fio. Até hoje é o nosso momento e ela costuma mexer mais lentinho quando eu coloco porque normalmente é só zoeira nessa barriga.


quinta-feira, 4 de julho de 2013

31 semanas e a ~~cadimia~~ do PN


Vocês curtem quando eu sou assim reacionária e boca suja, né? Porque o post passado causou nas redes sociais. Aliás, um beijo no coração de quem anda lendo. Já recebi muitas mensagens de amor e de mães que se identificam com as situações que a gente já contou. Sei que muitas não comentam, mas tão sempre por aqui. Explosão de afeto e magia pra vocês! <3

Então, chegamos às 31 semanas. E isso significa que entramos no oitavo mês. PRE-PA-RA!

Se acalmem que eu tava entupida de protetor solar até a alma, tá?

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Parto pra que te quero


E aí vocês me perguntam: onde djabo que tu tava, mermã? E eu respondo com:



Isso é que é um lavado a sério, minha gente! Estejam avisados que escrevo esse post sob forte influência de sabão de côco. Obrigada. De nada.