Tá tudo muito bom, tá tudo muito bem, mas realmente...
Realmente não consigo me organizar pra terminar os cinco posts que tenho a meio, minha gente!
Vocês me perdoam? Vocês continuam comigo?
Daí que já que eu não consigo escrever, decidi fazer algo tchiferentchy para comemorar o Dia das Mães. Aqui em Portugal, foi no último domingo, o brasileiro está por vir e tem meu aniversário no meio disso tudo. Sábado estou aí completando 1/4 de século. Mas tá, sejamos objetivos. Dias atrás, uma colega de mestrado me mandou o seguinte link. Uma fotógrafa, mãe de 2, decidiu registrar cruamente seus dias com os filhos. As fotos, pra quem passa por isso todo santo dia, soam muito familiares. Ele me mostrou isso num dia particularmente difícil. A casa estava um caos, a Malu andava muito chateada com os dentes (Simmmmmm! Nasceram! 2 ao mesmo tempo e os dois centrais de cima estão quase saindo também...socorro!), eu estava impaciente, querendo chorar a cada 5 minutos, sentindo o peso do mundo nas costas e, no meio disso tudo, pensei em tirar umas fotos da nossa situação para lembrar no futuro. Abri o Facebook e tinha lá a inbox com o link.
Então, aproveitei a ideia e decidi "imitar" a mulher ao meu modo. Ninguém é mais original nesse mundo mesmo. Passei uns dias com a câmera a tiracolo fotografando algumas etapas do nosso dia a dia. Aviso que vou imitar sem quaisquer pretensões que não mostrar como eu me viro diariamente sozinha com Malu a um oceano de distância da parentada toda, como somos absolutamente reais, bagunçadas, mas até felizes apesar da desordem. Não sou fotógrafa, a câmera é super básica e meus conhecimentos parcos acerca de luz, planos, composição. Foram enquadramentos afetivo-intuitivos, se vocês me permitem o neologismo. Como entitulei a sessão de "maternidade real", não usei efeitos, não corrigi e nem cortei as fotos. Em algumas, usei o efeito olho de peixe da própria câmera porque quem disse que não há um toque surrealista na realidade?
Feliz Dia das Mães reais a vocês!